AVENGED SEVENFOLD - THE WICKED END

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domingo, 30 de maio de 2010

Reflexão sobre o video



Escola Secundária João da Silva Correia, considerada a melhor escola da cidade, por ter as melhores notas a matemática entre outras disciplinas, por ser uma escola para a vida, incutindo aos alunos boa educação e formação para o futuro dos alunos. Tudo perfeito, até vermos que realmente os alunos não tem a educação que a escola os incute.
E qual é motivo de estar a dizer isto? Porque com o vídeo que a professora Diana Tavares nos mostrou deu para ver que os alunos não tratam bem a escola, não são asseados e não se importam com a limpeza da escola, deixando a escola suja.
Acho que os alunos deviam ter orgulho tanto como eu tenho de frequentar esta escola e cuidar dela, visto que é conhecida como a melhor escola da cidade.
Mónica Martins nº15

sábado, 29 de maio de 2010

O meu percurso na FILOSOFIA


Filosofia disciplina desconhecida por mim, não no inicio deste ano mas sim no ano passado .
O meu primeiro ano com Filosofia foi na escola Centro de Educação Integral com o professor Vítor Branco, onde não gostava nem um pouco da disciplina.
O professor era estranho a dar as aulas e também não nos cativava, para aprendermos a gostar de Filosofia, onde pensava muitas vezes para quê que serve? ou então, em que é que vai influenciar na minha vida e no meu futuro ? Mudei de curso, de Economia para Línguas e Humanidades e vim para a Escola João da Silva Correia, onde também não tive uma boa iniciação à Filosofia com o professor Josias, visto que o professor conseguia ser pior que o meu antigo professor. A Filosofia e a minha maneira de pensar continuou a mesma. Muda-mos de professor, para a professora Diana Tavares, agora sim, comecei a gostar da disciplina e interessar-me, abrindo os meus horizontes e a forma de pensar. Filosofia para mim, começou a ser uma disciplina muito interessante e diferente de todas as outras porque podemos dar a nossa opinião sem sermos julgados, para além de ser uma disciplina muito prática, também ajuda muito a professora que temos, pois ela nos compreende, e é diferente de todas as outras que já tive.
Com a Filosofia, para além de apreender várias coisas acerca da matéria e mesmo da Filosofia da vida, apreendo a ser uma pessoa um pouco diferente que sou agora, tendo outra forma de pensar em algumas situações da minha vida.
Digo com toda a certeza que agora sim a Filosofia para mim faz mais sentido, e que gosto dela, muito devido à professora.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

O meu Percurso na Filosofia


Numa evolução secreta sempre tive aqueles momentos na vida, em que, passava horas e horas e até algumas noites sem dormir, por causa de boatos que ouvia e circulavam pelas pessoas, como por exemplo:” Vivemos num Mundo que um dia vai explodir e partir em bocados… E aí quem nos salva? Afinal estamos cá de passagem “. É claro que uma miúda entre 6 e 7 anos quando ouve este tipo de comentários, fica a pensar.
Mas agora com 15 anos, tenho a disciplina ideal para responder a todas as minhas dúvidas, questões e medos. Quando tive a primeira aula de Filosofia pensei para mim que não iria gostar tanto da Filosofia como ela a nós. SIM! A Filosofia gosta de todos na maneira de ajudar e enriquecer cada vez mais o Homem. Porém ao longo das aulas foi aprendendo mais acerca daquilo que a Filosofia nos transmite, mais conhecimentos que são necessários para puder ter a minha própria autonomia. Hoje sei que todos vivemos para um objectivo em comum, Viver sem ressaltos, respeitar e lidar com todos os obstáculos.
O meu tempo é limitado, o meu espaço é reservado e a minha visão de ver o redor é especial, assim como a minha mente é muito duvidosa, por isso, aplico a Filosofia para tudo.
Para terminar quero agradecer á professora Diana Tavares, pela forma divertida e diferente como alertou os Humanistas a utilizar a Filosofia de forma correcta e Humana.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Reflexão sobre o meu primeiro contacto com a Filosofia

O meu primeiro contacto com a Filosofia fo leccionado com o professor Jusias Gil. Naquela altura, eu achava que Filosofia era uma disciplina que servia para os alunos passarem o tempo, porque era o que outros discentes de outros anos diziam. E com o professor Jusias estava, infelizmente, a ser.
Contudo, o professor reformou-se em meados de Outubro ou Novembro. Foi então que chegou a professora Diana Tavares.
Com esta professora, foi ensinada uma melhor "Introdução à Filosofia". Penso que com a professora, todos os alunos melhoraram as suas notas, eu inclusive.
Começamos então a aprender a "Especificidade humana do agir", onde adquirimos conhecimentos sobro os actos do homem e os actos humanos.
Após isto, avançamos para a experiência valorativa, onde à prosteriori avançamos para o tema da dimensão ético-política. Ao findar este tema, progredimos para a dimensão religiosa. Este foi um tema que eu gostei muito, e onde compreendi a razão da abertura do homem à transcendência.
Actualmente, a turma encontra-se a fazer um trabalho de pares sobre a temática "Temas/problemas do mundo contemporâneo".

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Reflexão sobre o meu percurso Filosófico

Nasci fisica e psicologicamente dependente de todos para sobreviver, foi crescendo e conquistando a minha indepência, no entanto ainda dependia dos outros para observar e avaliar o Mundo.
Na adolescência (idade filosófica por excelência) comecei a questionar os ensinamentos que fora adquirindo, porém não sabia que filosofava.
Através dessas dúvidas foi construindo a minha própia visão do Mundo.
No 10º ano, a disciplina de Filosofia apareceu na minha vida para enriquecer o meu ser e para que este fosse evoluindo.
Com esta disciplina foi aprendendo a abordar a vida e o Mundo mais profundamente.
No entanto ainda sinto que me é difícil equilibrar o superficial e o profundo.
É por isso que acho que a filosofia estará sempre presente na minha vida.

domingo, 23 de maio de 2010

O meu percurso na Filosofia.

Quando comecei o ensino secundário a disciplina que desconhecia era a Filosofia. Não fazia a menor ideia o que era. O professor o Josías Gil abriu as hostilidades questionando o que era a filosofia. Toda a turma ficou reticente, sem saber o que responder, até que o professor disse que era a ciência que estuda a sabedoria. As três perguntas inicias da filosofia são: Quem sou eu?; O que faço eu no mundo?; Qual o meu destino?. As aulas de filosofia eram muito aborrecidas devido ao método do professor ser apenas ele a falar e não tendo interactividade com a turma. Durante o primeiro período houve uma grande viragem nas aulas. O professor Josías Gil decidiu que estava na altura de se retirar do ensino e a professora Diana Tavares substitui-o. Foi alteração de 180 graus, porque a professora puxava pelos alunos e trabalhava as nossas capacidades. Tornando as aulas mais cativantes e fáceis de entender. Pessoalmente sinto que a mudança de professores foi muito importante e crucial para a nossa turma e só tenho de agradecer a professora Diana Tavares por ajudar-nos a ser umas pessoas melhores.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O meu percurso na Filosofia.


O meu primeiro contacto com a Filosofia foi este ano, apesar de já ter ouvido falar desta disciplina. Antes de ter iniciado a disciplina tinha um certo receio, porque por várias vezes tinham-me dito que esta era uma disciplina complicada e muito profunda, e que ou gostávamos de Filosofia ou simplesmente não, e então achava que a Filosofia era algo muito difícil.
Mal comecei a aprender a minha opinião mudou completamente e percebi que a Filosofia afinal tinha estado sempre presente ao longo da minha vida. Comecei a aprofundar o meu conhecimento nas aulas com o professor Jossias, só que estas aulas eram bastantes aborrecidas, apesar de o professor ser um mestre da Filosofia. Mais tarde o professor teve de se reformar e abandonou a escola e então a professora Diana substituiu-o. As aulas tornaram-se mais interessantes, e logo mais fáceis de se compreender. Esta disciplina fascinou-me bastante, a professora preocupou-se bastante connosco e fez com que a nossa turma evoluísse nesta disciplina, e evoluísse também enquanto pessoas. Apenas tenho que agradecer a professora por me ter feito gostar da Filosofia e por me ter feito visto que não posso simplesmente desistir quando algo corre mal, e achar que tenho respostas para tudo, mas sim que temos de as procurar. Apesar de não ser a minha disciplina favorita, a Filosofia é interessante e eu gostei da maneira de como ela “atingiu-me”, sempre me esforcei para tirar boas notas.
Para concluir quero dizer que foi graças a professora Diana e os seus “sermões”, que aprendi bastante, e descobri que quero ainda evoluir mais nesta disciplina.

O meu percurso em Filosofia.


Sinceramente?! No início não dava importância ás aulas de Filosofia, achava-as aborrecidas, penso que isso também se devia ao facto de não as compreender, não percebia o objectivo desta disciplina.
No entanto, tudo mudou no meio do período, deve-se ao facto de termos mudado de professor e obviamente o método também mudou, e penso que isso me cativou. Isso fez com que eu me interessa-se por a disciplina.
Se gosto da disciplina? Gosto. Porquê? Porque é uma disciplina em que podemos dar a nossa opinião, temos aquilo a que chamamos "liberdade de expressão", e independentemente da nossa opinião não somos julgados.
Posso dizer com toda a certeza que Filosofia, nos ajuda a "crescer" como pessoas, aprendemos tantas coisas. Por exemplo, aprendemos que não nos podemos achar superiores a outros seres vivos, que temos que acreditar em algo superior, também nos foi incutido que devemos criar os nossos objectivos, devemos nos guiar através deles (pirâmide de valores).
Até hoje, aquilo que mais me marcou,foi quando começamos a falar sobre religião, algo que para mim posso dizer que era um "tabu". O que retirei dessas aulas? Muito, mas principalmente o facto de que não é preciso termos uma religião para acreditarmos em Deus. Pessoalmente não tenho religião, por uma razão muito simples: há por todo o mundo várias religiões e todas elas dizem que são A mais correcta, que se a praticarmos sermos salvo. A pergunta que me atormenta é: qual é a mais verdadeira, qual a que devo seguir?
Também gostei de saber que podemos procurar o nosso sentido de vida em Deus, na família, amigos, namorado (a), etc. encontrei o meu sentido de vida no meu pai, porque se eu não existisse ele neste momento estava sozinho, sem ninguém, algo que é muito triste, a solidão o meu maior medo. Sem mim, ele (o meu pai) não tinha muitas razões para continuar aqui na terra, já teria desistido á muito tempo. Estou-lhe muito grata por isso.
São este tipo de valores que quero continuar a aprender, sinto que aprendo muito com isso, com a Filosofia.

Daniela Formigal nº5

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Homem em Regressão


O homem ao tropeçar em diversos obstáculos foi evoluindo, tentando perceber a melhor forma de conseguir ultrapassa-los, fazendo com que assim se fosse tornando cada vez mais um ser superior tanto a nível físico como intelectual. O ensino é algo imprescindível para a vivencia humana, precisamos sempre de criar metas e expandir os horizontes do nosso conhecimento. É por isso que se torna bastante importante a preservação da nossa escola, pois é esta a instituição que nos instrui para o futuro.
Tomamos o percurso evolutivo errado e agora já pouco há a fazer a não ser dar um passo que já ha muito se encontra num canto da nossa cave, o bom-senso, pois em vez de preservarmos a entidade que nos consolida a cada dia que passa, tendemos para a destruir. Destruímos com palavras, actos e indiferença.
Sendo a Escola João da Silva Correia, uma das mais conceituadas da cidade, acho que todos nós deveriamos ter orgulho em frequenta-la e esse orgulho devia repercutir-se em trabalho árduo para cingrarmos na nossa vida a nível educacional, e também para evoluirmos enquanto pessoas. O nosso futuro é construído a partir da Educação, é este suporte social, que garante a nossa projecção enquanto profissionais competentes e eficazes, e por isso não podemos simplesmente substimar o seu papel nas nossas vidas, devemos preserva-la e usufruí-la devidamente, não esquecendo que a oportunidade de poder estudar é muito relevante e gratificante, e que existem outros jovens no mundo que nunca terão acesso à frequência de uma escola.

Pôr em prática as boas Práticas



Por mais que não quisesse, terei de dar razão ao filosofo Nietzche : os macacos são animais demasiado belos para termos descendido deles. E tem razão.
Vivemos num mundo civilizado, já no século XXI...mas não é o que parece.
Em relação a muitas crianças e jovens no mundo, nós somos jovens privilegiados- temos o direito da educação. E por cima, o ensino é gratuito. Temos uma escola, que somos obrigados de a frequentar diariamente- e tudo a pensar no nosso futuro, para conseguirmos realizar o nosso grande sonho e sermos alguém na vida.
Apesar de tudo que o Estado faz por nós, nós somos muito ingratos.
A nossa escola, a escola secundária João da Silva Correia, foi considerada a melhor da cidade, e uma das melhores do país a nível da matemática, no entanto é uma escola má a nível de valores. Nós, os alunos desta escola, não sabemos viver num mundo civilizado.
Portamo-nos pior que os animais. Estamos constantemente a sujar a escola, atirando papeis por onde nos calha,e deixando lixo por todo o lado, sujando o material que a escola nos oferece...seremos mesmo um exemplo para as outras escolas da cidade?
A maior parte dos alunos não gostam de frequentar a escola, isto é compreensivel, mas será que não dá apenas para respeitar o espaço em que estamos?
Gostandou ou não gostando de frequentar a escola, ao menos podíamos portar-nos como pessoas civilizadas que somos, e não pior que os animais. Até os macacos são animais mais limpos que nós. Agindo assim que exemplo é que estaremos a dar aos outros alunos? Às futuras gerações?
Queria dizer apenas, para concluir, que mesmo odiando a escola, isto não é uma razão para andar a suja-la ou a desrespeitar este espaço.
Temos de mostrar que a nossa escola merece ser a melhor da cidade, não apenas a nivel de conhecimentos mas também a nível de valores.

O meu percurso em Filosofia

Os meus primeiros contactos com filosofia aconteceram há cerca de dois anos para cá.Nessa altura eu sabia que filosofia era uma disciplina que existia para nos fazer pensar,que era difícil e apenas iria estudar no 10ºano de escolaridade.
Este ano comecei a estudar filosofia com o professor Jossias.Com ele aprendi o básico da filosofia como os objectivos da filosofia,o porque de só abordar filosofia no 10ºano,a definição de filosofia,a interrogação filosófica,crítica filosofia etc...
De principio foi um pouco difícil aprender pois as aulas do professor eram aborrecidas.
Passado alguns meses o professor Jossias foi para a reforma e a professora Diana Tavares veio subsitui-lo.Logo na primeira aula notei uma grande diferença no modo de dar a aula por parte da professora.Era um modo muito interessante e muito mais fácil de perceber.Agora ao final deste tempo penso que estou muito melhor a filosofia e portanto para terminar gostava de mandar um muito obrigado a professora Diana por ter-me alargado os nossos horizontes e agradecer pessoalmente pelo exemplo da vida do Nelson.

terça-feira, 18 de maio de 2010

The Doors o filme

"Feche os olhos. Vamos ver a cobra, veja a serpente aparecer. Sua cabeça é de dez metros de comprimento e cinco metros de largura. Ela tem um olho vermelho e um olho verde. Ela tem sete milhas de comprimento. Mortífera. Eu vejo toda a história do mundo em suas escamas, todos os povos, todas as acções. Todos nós somos apenas imagens sobre suas escamas. Deus, ele é grande, ele está a mover-se, devorando a consciência, digerindo poder. Monstro de energia. É um monstro. Nós estamos indo para beijar a serpente sobre a língua. Beijo da serpente. Mas se ela sentir medo, ela vai comer-nos imediatamente. Mas se a beijarmos sem medo, ele vai-nos levar até ao jardim, através do portão, para o outro lado. Passeie pela serpente até o final dos tempos." Jim Morrison

http://www.youtube.com/watch?v=iuTAxeyALv4&feature=related

O meu percurso em Filosofia


A disciplina de Filosofia tem sido para mim uma mais valia.
Tenho vindo a evoluir conscientemente e a tomar posições plausíveis face às situações que me assolam, assim como ao mundo na qual estou inserida, e tudo graças a esta disciplina.
Já não é a primeira vez que me encontro numa espécie de convivência com a Filosofia, no entanto não acho que tenha tido uma boa experiência anteriormente, visto que só comecei a ter gosto pelos seus conceitos este ano. Não digo que tenha sido por culpa dos meus professores, o problema era intrinsecamente meu, pela desmotivação de ter estado na área errada. Costuma-se dizer que quando se realiza algo por gosto, nada é difícil, e o mesmo se passou comigo, pois agora sim, sinto-me realizada por me encontrar numa área que se enquandra tão bem na minha pessoa, visto que a minha essência é premeditada pela leitura e principalmente pela escrita, adoro escrever.
Apesar de no inicio deste ano termos começado com aulas um pouco rotineiras e difusas, tudo mudou de figura com a professora Diana Tavares, que me cativou bastante pela sua maneira de se pronunciar e de nos ilucidar acerca dos assuntos tratados pela Filosofia.
A Filosofia na minha opinião não se trata de experiencialismo, trata-se de uma construcção mental medida a cada dia, sendo refutada, corrigida, ou até mesmo substituída, pois nada é definitivo, nada é limitado, basta transpôrmo-nos para além das palavras e ideologias.
A actividade de "filosofar" evita a minha queda face à inércia da ignorância, da abstenção. O meu individualismo está na ponderação, não posso desfalecer em utopias e aspirações momentâneas. Não esquecendo que os dialectos intelectuais com Kant, Platão, Nietzsche, Albert Camus, Jen-Paul Sartre, entre outros me foram ajudando a crescer.
Com a aprendizagem que tenho vindo a adquirir até hoje, concluo que dizer-se que o homem é o único ser provido de racionalidade, o que o faz ter livre opinião de escolha é expressamente um erro se for tida em conta, pois é mesmo por essa racionalidade, que o homem se torna um ser sucumbido pelas rédeas do certo e do errado; em que qualquer que seja uma decisão, ou outra remetem-se sempre em repercurções na nossa pessoa e nos que nos rodeiam.
A nossa vida enquanto seres existenciais não sobrevive de olhares, sobrevive de ouvintes, de pensadores, opiniões, ideologias.
Não podemos simplesmente não ouvir!
Necessitamos de utopias paralelas, para podermos envendrar pelo limear dos sonhos e das aspirações.
Há que se escapar da inerência sistemática das crenças, das políticas e das organizações sociais e atingir aquilo que nos transcende.
Tenho tentado ao máximo encontrar a trajectória que melhor corresponde aos meus pensamentos, sem esquecer que existem outras trajectórias que são seguidas por outros, e que no fim acabam por se encontrar com a minha, numa encruzilhada.
Pois o fim é igual para todos, o percurso até ele é que toma proporções desiguais!
E essas proporções, no meu caso, foram orientadas pela beleza da Filosofia, em não se contentar com aquilo que apenas vislumbramos.

Reflexão sobre o meu percurso em Filosofia


Bem, o que posso realmente dizer do meu percurso em filosofia ao longo do ano, é que evolui em relação à minha maneira de pensar e de agir. Comecei a questionar-me mais em relação às coisas e problemas que nos rodeiam, o que eu acho um aspecto positivo.
Filosofia nunca foi a minha disciplina favorita, mas também não desprezo. Ate acho esta disciplina interessante. Gosto principalmente porque ensina a não ficar neutro perante situações que nos acontecem, e também porque não se guia pelos factos e pela Ciência. Os filósofos procuram sempre mais, mesmo não encontrando a resposta que os satisfaz a coisas que a Ciência não consegue explicar. Filosofia vai para além do explicável. Eu acho que para esta disciplina, no geral, nada é impossível. Não encontramos respostas agora, mas vamos procurar sempre mais, até encontrarmos. Isto é muito bom. Não desistir.
No início do ano, não começámos logo da melhor maneira. As aulas eram um pouco cansativas e nós todos olhávamos para o professor sem perceber nada. Apesar disto, eu estava constantemente a fazer perguntas ao professor, a quais às vezes nem ele sabia responder da maneira mais correcta, e aí percebi que mesmo sendo um professor muito bom, ser muito experiente, ser um mestre naquilo que faz, como o nosso foi, nem sempre sabe dar resposta a perguntas «abstractas». Cada um de nós, incluindo os professores, têm o seu ponto de vista das coisas, e a sua opinião.
Mas apesar disto,Filosofia é uma disciplina que tem de ser dada de uma maneira diferente, mais descontraída..e era isto que nós não gostávamos nas aulas do nosso professor, mas...
Mais tarde o professor reformou-se e veio substituí-lo a nossa professora, Diana Tavares.
Nós gostámos logo dela por ter a sua maneira de dar aulas, de nos cativar a atenção. E também pela sua maneira de se preocupar connosco e com o nosso futuro. Nem metade dos professores faziam o mesmo, por isso estamos agradecidos! Mesmo a criação deste blog, já nos incentivou mais a gostar das aulas de filosofia.
Apesar de não gostar muito de Filosofia, eu desde sempre esforcei-me para ter boas notas, mas há um aspecto em que estou a falhar, que é na utilização de vocabulário filosófico...Nas respostas que dou sou objectiva, indo logo ao assunto, mas devia desenvolver mais; também devia participar mais nas aulas, que é outro aspecto em que falho.
Tirando estes aspectos, posso dizer que evolui ao longo do ano, mas espero melhorar nos aspectos em que falho, pois todos nós temos o direito de falhar, afinal de contas é a primeira vez que temos uma disciplina assim!
Mãe, eu quero ficar sozinho.
Mãe, não quero pensar mais.
Mãe, eu quero morrer mãe.
Eu quero desnascer, ir-me embora, sem sequer ter que
me ir embora.
Mãe, por favor, tudo menos a casa em vez de mim.
Outro maldito que não sou senão este tempo que decorre
entre fugir de me encontrar e de me encontrar fugindo,
de quê mãe?
Diz, são coisas que se me perguntem? Não pode haver
razão para tanto sofrimento.
E se inventássemos o mar de volta, e se inventássemos
partir, para regressar?
Partir e aí nessa viagem ressuscitar da morte ás
arrecuas que me deste.
Partida para ganhar, partida de acordar, abrir os
olhos, numa ânsia colectiva de tudo fecundar, terra,
mar, mãe...
Lembrar como o mar nos ensinava a sonhar alto, lembrar
nota a nota o canto das sereias... Lembrar cada
lágrima, cada abraço, cada morte, cada traição, partir
aqui com a ciência toda do passado, partir, aqui, para
ficar...

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Percurso da minha aprendizagem em Filosofia

Vou tentar expressar o que "sinto" por esta disciplina que é Filosofia...

Para ser sincero, comecei a dar muito mais sentido a esta disciplina, conseguindo assim dar um melhor rumo à minha vida.

Nos primeiros tempos, na minha opinião, as aulas de Filosofia eram um pouco "massudas", pois não conseguíamos chegar a uma harmonia filosófica como turma e como pessoas que somos ou tentamos ser! (isto sem querer tirar o mérito ao professor Josias).
Entretanto este professor entrou na idade de reforma, e foi a professora Diana Tavares que nos passou a dar aulas. Tinha esperança que a professora nos conseguisse cativar mais e mostrar-nos a real essência da Filosofia para nos podermos edificar como seres humanos. E foi isso que se veio a verificar!
Já consigo chegar a algumas das razões e questões complexas desta filosofia, tais como: "Quem sou Eu?", uma pergunta que inicialmente era alvo de chacota.
Gostava desde já agradecer à professora Diana Tavares pela filosofia de vida que nos incutiu e ensinou! :)

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Vazio



São nestes dias e nestas horas em que a única coisa que queria eras tu. Foram estes actos que cometemos que nos levou a um abismo tão profundo, que nunca iremos ser capazes de sair. (…) ainda hoje me recordo do que em tempos lutamos, do que lutamos para ficarmos juntos e que com o tempo isso tudo foi desaparecendo, pareceu que nunca nos tínhamos conhecido, parecia que nem sequer uma palavra tínhamos trocado, simplesmente esquecemos. Um imenso vazio envolveu-nos, e as memórias foram ficando para trás, e os sorrisos trocados deixaram de um momento para o outro de fazer parte do meu dia-a-dia. Uma tristeza que não consigo transportar, torna a minha vida vazia porque desocupaste o lugar que era teu. (…) tudo o que fazia sentido deixou de fazer, porque? Diz-me, onde foi que eu errei? O que correu mal? E é hoje que me arrependo de tudo o que não disse e de tudo o que não fiz para que as coisas fossem melhores.
Agora digo-te "odeio-te tanto, ao ponto de te amar profundamente."

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Um olhar do paraíso (filme)

6 de dezembro de 1973. Norristown, Pensilvania, subúrbio da Filadélfia. Susie Salmon (Saoirse Ronan) está a voltar para casa quando é abordada por George Harvey (Stanley Tucci), um vizinho que mora sozinho. George a convence a entrar em um retiro, por ele construído. Lá dentro, Susie é assassinada. Os pais de Susie, Jack (Mark Wahlberg) e Abigail (Rachel Weisz), inicialmente se recusam a acreditar na morte da filha, mas precisam de aceitar a situação quando seu gorro é encontrado em meio a um milharal, junto a destroços do retiro que estão repletos de sangue. A meio das investigações, a polícia conversa com George mas não o coloca entre os suspeitos. Com o tempo Jack e Lindsey (Rose McIver), a irmã de Susie, passam a desconfiar de George. Toda esta situação é observada por Susie, que agora está em um local entre o paraíso e o inferno. Lá ela precisa lidar com o sentimento de vingança que nutre em relação a George e a vontade de ajudar sua família a superar o trauma de sua morte.
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Distância

Tudo esta bem,quando temos a pessoa que queremos ao nosso, quando elas nos amam, nos alegram, nos surpreendem.
Mas quando ela se vai embora, será que o nosso coração continua a bater daquela maneira que batia quando a víamos, quando a abraçávamos, quando lhe dizíamos Olá e ela sorria?
As coisas não assim tão simples, perder alguém que nós gostamos um ente querido, um amigo é difícil.
Por vezes o Homem dá mais importância ao desaparecimento de um bem material do que de um ser humano.
E isso é um pouco absurdo pois sabemos que mais tarde ou mais cedo o reavemos.
Mas claro essas pessoas são egocêntricas só se preocupam com o bem delas e com o que lhes convêm.
Tem um coração gelado o que faz com que a dor, a tristeza, a alegria de outras pessoas nunca chegue a camada superior da pele.
Também existe aquelas pessoas que ao longo da vida não sabem senão queixar-se dizendo que tudo corre mal, que este mundo é cruel e que mais valia não ter nascido.
Se assim é então porque nunca mudaram de vida?
O que penso é que essas pessoas nunca aproveitaram nada de bom do que a vida lhes deu, nunca agarraram uma única oportunidade
Essas pessoas são um pouco “ignorantes” porque há tantas coisas boas na vida como rir, dar o nosso amor a alguém incapacitado ou não.
É por isso que quando o Homem se depara com a dor, a tristeza, não sabe como de-tela, e muitas vezes toma aquelas caixinhas de compridos anti-depressivos que só lhes fazem mal.
Quando o melhor é continuar a vida por distante que essa pessoa esteja nem que seja um passo ou dois, uma cidade, um país, um planeta ou uma galáxia não devemos desistir.
Porque a distância não é um problema e é ela que nós ajuda muitas vezes a sentir o que nunca sentimos a dor que vem do nosso coração.

O amor que ama

O amor, o amor.
Amor que leva algumas pessoas à loucura, o amor que deixa o teu coração desleixado, o amor que te dá vontade de gritar perante multidões, o amor que te deixa apático, o amor que te cega, o amor que te faz mal, o amor que te faz descansar do mundo, o amor que faz com que sejas preso, o amor que se torna obcessão, o amor que preenche todos os teus dias, o amor que te torna mais bonito, o amor que pára o tempo, o amor que te faz ultrapassar limites, o amor que te faz pensar, o amor que te torna ridículo, o amor que te faz chorar, o amor que te atribui um significado, o amor que se projecta no teu caminho até à felicidade, o amor que mata, o amor que fere, o amor que te dá alento, o amor que te faz esboçar um sorriso, o amor que te dá vontade, o amor que te acarinha, o amor que se entristece contigo, o amor que te ama.
Dito por palavras, parece tão bonito que até chega a enjoar.
Falar nele e olhá-lo, nunca me parece boa ideia, porém, tenho sempre necessidade de o relembrar, de o aconchegar, de o tentar compreender.
O amor é daqueles sentimentos que contém inúmeras acepções, e vos garanto em como nenhuma delas é definitiva. Pode levar o tempo que levar, pode ir no vento, porém uma brisa que vai, volta sempre, e é por isso que o amor nunca termina. Pode tomar diferentes percursos, diferentes gestos, diferentes pessoas, que nunca deixa de ser amor.
Então que o amor me queime, me rasgue.
O amor que torne o meu coração em calda de açúcar e que a faça escorrer-me na garganta, cortando-me a circulação venosa.
Mais ainda, ele que me pese sobre as costas, que crave em mim o seu paladar, pois eu nunca o vou deixar sair de mim. Preciso do termo amor, preciso de falar sobre ele, preciso de escrever sobre ele, preciso sobretudo de o sentir, em cada entranha minha, em cada traço da minha dor.
Nem com o amor, nem sem ele, que agonia.
Haverá algo que consiga suportar a primordialidade daquilo que tenho a dizer acerca do amor?
O amor faz-nos sentir rejubilantes, mas também traz as tempestades mais gélidas, como nenhum outro sentimento.
No entanto, sinceramente prefiro sofrer por amor do que sofrer com a crueldade e desprezo que assola o nosso mundo.
Mas porque não consigo deixar de falar no amor?

Admito que de nada me serve tanto pensar e falar nele, pois vou ser sempre a sua derrotada.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

"A explicação da estupidez humana" (Interpretação)


Neste texto o autor evidencia a dualidade do Homem ( O homem é o ser mais belo e mais feio ao mesmo tempo), através da consciencia da nossa finitude.
Essa consciencialização põe em evidencia dois aspectos do ser humano:
a nossa fargilidade e a nossa grandeza.
A fragilidade torna-nos semelhantes aos animais porque estes também padecem de doenças, de dor e da morte, porém a nossa grandeza evidencia a nossa humanidade.
Na maior parte das vezes, nós Homens, esquecemo-nos da nossa fragilidade e apenas olhamos para a nossa grandeza e assim tornamo-nos numa humanidade com um complexo de superioridade, julgmo-nos o centro de todas as coisas e ao o fazermos partimos do príncipio de que todas as coisas vivas se regem sobre o nosso poder.
E então quase como Deuses, esquecemo-nos do que é a humildade, quisemos esquecer que só encontramos respostas dentro de nós e que algumas dessas respostas só se nos serão reveladas quando o nosso ser estiver maturo o sufeciente para as compreender e usa-las da melhor maneira.
Mas como atingimos a maturidade? Alcançando aquilo que desejamos da maneira mais fácil? Compreendendo o Nirvana? Nao.
Devemos começar por observar a mais pequena das formigas e no entanto sentirmo-nos igual a ela, que trabalha arduamente para conseguir aquilo que quer!
No entanto, teremos também que dar mérito à nossa grandeza mas de maneira equilibrada, para que não haja um complexo de superioridade, nem um complexo de inferioridade.
O Homem como ser complexo criou e do projecto mental passou a uma obra material concretizada, as pessoas agarraram-se demasiado à obra e esqueceram-se da essência do projecto.
E como barcos à deriva numa tempestade, já não sabemos onde é o porto, e no entanto este é tão simples de alcançar.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Resumo da aula de Filosofia do dia 03/05/10

Entramos na sala. Após estar tudo em ordem recebemos as saudações da professora. Em seguida, procedemos à leitura e análise de um excerto do texto “O Principezinho” de Saint – Exupéry, uma obra profundamente filosófica.
Transcreverei do texto algumas frases importantes das quais explicarei depois o seu valor:
“Os homens… já não sabem do que andam à procura. Portanto, não fazem senão andar à roda…”
Esta frase demonstra que os homens que não sabem quais são os objectivos que querem alcançar, que não sabem que valor atribuir à vida e que sobretudo não lhe atribuem um significado, são homens perdidos que andam á deriva da vida.
“Os Homens da tua terra plantam cinco mil rosas no mesmo jardim… E, mesmo assim, não descobrem aquilo de que andam á procura…”
Saint- Exupéry quer fazer compreender ao Homem que só sabemos admirar e dar valor a algo escasso, que quando o temos em excesso não sabemos atribuir-lhe valor e no entanto é apenas preciso uma Rosa para que possamos apreciar a beleza do espécime.
“Mas os olhos são cegos. Deve-se é procurar com o coração.”
Usamos esta frase de Saint – Exupéry para a comparar com uma outra de Descarte “ O coração tem razões que a própria razão desconhece”, esta frase já tinha sido analisada num outro texto sobre o sentido da existência. Com estas duas frases podemos concluir que temos que procurar o sentido da existência em nós para em seguida o relacionar com o exterior, ou seja, aqui este coração refere-se á essência de cada um de nós e que essa essência tem que ser preservada para que as misturas e confusões que existem exteriormente a nós não nos afecte. Os olhos observam exteriormente, o que nos rodeia mas eles não conseguem visualizar a essência dos outros e nem mesmo a essência do portador desse par de olhos, por isso é que os olhos são cegos estes apenas abrangem a perspectiva exterior.
Também fomos relembrados que o significado do sentido da vida pode ter duas acepções:
.O superficial
.O profundo
E é nesta segunda acepção que devemos procurar o sentido da vida, Pois este é um assunto tão complexo e subjectivo que depende da perspectiva de cada pessoa e que varia de pessoa para pessoa.
No seguimento da aula passamos então a estudar e compreender as várias acepções do sentido:
Como direcção;
Como valor;
Como relação;
E como significado.
O sentido como direcção é o na medida em que traçamos objectivos e metas que nos propormos ultrapassar para nos sentirmos realizados.
Quando a vida é desprovida de direcção como sentido, é como se na vida fossemos um barco á deriva no meio de uma grande tempestade.
O sentido como valor é a acepção em que cada um de nós atribui um valor á vida para que saibamos que ela merece ser vivida.
O sentido como relação é uma acepção em que relacionamos o nosso sentido á vida com o mundo que nos rodeia, ou seja, como o ser humano não um ser solitário necessita da sociedade para que o sentido que atribuímos á nossa vida tenha muito mais sentido porque nos inserimos num contexto global que torna mais coerente a nossa vida quotidiana.
O sentido como significado, tudo o que nos acontece na vida tem um significado porém somos nós que o temos que descodificar, até o sofrimento tem significado pois após este ser ultrapassado tornamo-nos pessoas melhores e mais maturas para enfrentar novos desafios que se nos apresentam no quotidiano.
Como já referi o significado tem duas vertentes: uma superficial e imediata e outra mais profunda e oculta, e é nesta ultima vertente que devemos procurar o significado, para que quando tudo o resto falhar, e apenas restar a nossa essência esta não se dilua na espiral confusa que se irá se abater sobre nós.
Para consolidarmos a informação recebida, foi nos proposto pela professora, fazermos os exercícios da página 225 relativamente á matéria dada.
Num dos exercícios ficamos a compreender que certas condições inerentes ao homem como a limitação, a contingência, a fragilidade, a incapacidade, a impotência, a imperfeição e a indigência são condições que nos consciencializam para a finitude do ser humano.
Relativamente á transcendência verificamos que tudo que está para além das nossas faculdades, da nossa compreensão e para além da nossa realidade e do que é material significa que nos transcende, ou seja, ultrapassa a nossa compreensão.
Para finalizar a nossa aula, foi nos lida a resposta formulada pelo aluno João Pinho da turma C, relativamente a um trabalho de casa proposto pela professora.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Interpretação ao texto “Explicação da Estupidez Humana”


Nós, que existimos no mundo, exigimos que tudo tenha um sentido e tentamos arranjar respostas para todas as dúvidas e questões que nos vão surgindo.
Procurar o sentido, é, pois ir além dos factos da vida e tentar descobrir-lhes o valor que têm para nós, é descobrir na vida aquilo que faz com que ela mereça ser vivida.
Para Nietzsche, o sofrimento era aquilo que o fazia tornar cada vez mais digno de pessoa; e desejava todo o sofrimento aos seus amigos, pois assim eles iriam sair mais completos, mais maduros.
Neste texto, o autor tenta abordar o facto de o Homem agir pior que um macaco, ou seja, o macaco sabe que é um animal e o Homem também é, embora racional, mas não age como tal, pelo contrário.
O autor diz “Estes macacos são ao mesmo tempo as mais feias e as mais belas criaturas do planeta.” e com estas palavras tenta ele explicar que não é o exterior que conta mas sim o interior das pessoas, o que nos vai na alma!
De que me vale ter uma linda fisionomia, um carro topo de gama, uma casa quase banhada a ouro e revistada a prata se no interior da minha pessoa apenas circula sangue e não existe transporte de sentimentos e emoções?
Chego à conclusão que o Homem não sendo um macaco, age como tal, ou ainda pior.
O grande problema do ser humano é sentirmo-nos seres finitos e é a consciência dessa finitude que nos leva a indagar o sentido da existência, enquanto os macacos não têm essa noção!

Explicação da Estupidez Humana

“Há biliões de galáxias no universo observável e cada uma dessas contém centenas de biliões de estrelas. Numa dessas galáxias, orbitando uma dessas estrelas, há um pequeno planeta azul, e este planeta é governado por um bando de macacos. Mas esses macacos não pensam em si mesmos como macacos, eles nem sequer pensam em si mesmos como animais. De facto, eles adoram listar todas as coisas que eles pensam separá-los dos animais: polegares opositores, auto-consciência; eles usam palavras como Homo Erectus e Australopithecus. Tu dizes to-ma-te, eu digo to-ma-ti. Eles são animais, certo? Eles são macacos, macacos com tecnologia de fibra óptica digital de alta velocidade, mas ainda assim macacos. Quero dizer, eles são espertos, tem que se aceitar isso: as Pirâmides, os arranha-céus, os aviões, a Grande Muralha da China. Isto tudo é muito impressionante, para um bando de macacos, macacos cujos cérebros evoluíram para um tamanho tão ingovernável, que agora é bastante impossível para eles ficarem felizes por muito tempo. Na verdade, eles são os únicos animais que pensam que deveriam ser felizes, todos os outros animais podem simplesmente ser, mas não é tão simples para os macacos, pois os macacos são amaldiçoados com a consciência, e assim os macacos têm medo, os macacos preocupam-se, os macacos preocupam-se com tudo, mas acima de tudo com o que todos os outros macacos pensam, porque os macacos querem desesperadamente encaixar-se com os outros macacos. O que é bem difícil, porque a maior parte dos macacos odeia-se, isto é o que realmente os separa dos outros animais, estes macacos odeiam, eles odeiam macacos que são diferentes, macacos de lugares diferentes, macacos de cores diferentes. Os macacos sentem-se sozinhos, todos os seis biliões deles, alguns dos macacos pagam outros macacos para ouvir seus problemas, os macacos querem respostas. Os macacos sabem que vão morrer, então os macacos fazem Deuses, e adoram-nos, então os macacos começam a discutir quem fez o deus melhor, e os macacos ficam irritados, e é quando geralmente os macacos decidem que é uma boa hora de começar a matar-se uns aos outros. Então os macacos fazem guerras, os macacos fazem bombas de hidrogénio, os macacos têm o planeta inteiro preparado para explodir, eles não conseguem evitá-lo. Alguns dos macacos tocam para uma multidão vendida de outros macacos, os macacos fazem troféus e então eles os dão a si mesmos, como se isto significasse algo. Alguns dos macacos acham que sabem de tudo, alguns dos macacos lêem Nietzsche, os macacos discutem Nietzsche, sem dar qualquer consideração ao fato de que Nietzsche era só outro macaco. Os macacos fazem planos, os macacos apaixonam-se, os macacos fazem amor, e então fazem mais macacos. Os macacos fazem música e então os macacos dançam, dancem, macacos, dancem! Os macacos fazem muito barulho. Os macacos têm tanto potencial, se eles ao manos se dedicassem… os macacos rapam os pêlos dos seus corpos numa ostensiva negação de sua verdadeira natureza de macaco. Os macacos constroem gigantes colmeias de macacos a que chamam “cidades”. Os macacos desenham um monte de linhas imaginárias na Terra. Os macacos estão ficando sem petróleo, que alimenta sua precária civilização. Os macacos estão poluindo e saqueando o seu planeta como se não houvesse amanhã. Os macacos gostam de fingir que está tudo bem. Alguns dos macacos realmente acreditam que o universo inteiro foi feito para o seu benefício. Como se pode ver, esses são uns macacos atrapalhados. Estes macacos são ao mesmo tempo as mais feias e mais belas criaturas do planeta. E os macacos não querem ser macacos, eles querem ser outra coisa, mas não são”.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

'Você é ateu?' 'Sou, graças a Deus!'


Após a análise deste cartoon podemos concluir que estamos perante uma contradição implementada na ironia, criticando a religião através do Ateísmo.
Ateísmo é a posição filosófica de que não existem Deuses.
Os ateístas não têm um sentido de vida e estão de acordo com a teoria do absurdo de vida.
Perante isto, elas deparam-se com o desconhecido, com a ignorância.
O que está aqui representado neste cartoon é o facto de nem sempre ser necessário existir algo sobrenatural, como Deus, para se dar um sentido a algo, neste caso à vida, porque cada um é que tem que ir em busca do seu próprio sentido e aplicá-lo na sua vida, pois o homem necessita de ter crenças em algo que ultrapasse a finitude.

consciencializando a consciência

Ontem perguntaram-me se eu quando escrevo, escrevo com a alma, ou se escrevo com o coração.
Achei a pergunta bastante pertinente, até porque passei grande parte do meu dia a pensar se seria capaz de obter uma resposta minimamente plausível e sobretudo verdadeira!

(Fico muito grata quando me lançam questões que me fazem esquecer, nem que seja por momentos, os obstáculos que assolam o meu ponderar.)

Mas porque será que não consigo responder a esta questão?
Será que a minha consciência procura confundir-me, com o intuito de fazer com que eu pare de perseguir o que está aquém de mim?
Será que eu própria procuro um dilema assente na minha passagem mental entre aquilo que me convém ou não dizer?
Ou será que eu estabeleci um limite no meu encéfalo de modo a não ir ao encontro das memórias que, embora me sejam tão queridas, me impedem de raciocinar calmamente?

Certamente estou isolada do que é considerado certo.
Sinto o peso da preocupação nas minhas costas, o que me impede de levitar sobre as proclamações do dito cujo, dito cujo, que não é dito, nem tão pouco cujo, trata-se da efemera condição que me distingue como um ser-humano, que muitas vezes empreende um certo pudor que me faz sentir uma espécie de "corrupção existencial". Sinto-me desesperada por me sentir minúscula face a certas ideias, face a certas situações, não estou preparada para assumir aquilo que faço ou deixo de fazer.
Eu posso mesmo dizer que o meu processamento é estranho. Não sei se me cinjo ao deliberar ou ao pressupôr, não sei se sou ou não sou, mas sei perfeitamente que sinto, sinto uma necessidade enorme de me compreender a mim mesma, e não pelos outros.
Estou consciente que necessito de sofrimento para me ir moldando numa melhor pessoa, pois a felicidade em demasia corrói as entranhas da nossa dimensão pessoal, é um estado de espírito luxuriante, em que tudo te é garantido.
Sou incompreendida, e é por isso mesmo que me sinto prevalecer numa multidão sem vontade, sem aspirações gloriosas, espero manter-me individualista durante toda a minha vida, pois é o individualismo a característica mais bela num ser humano!
Pôs-to isto, devo dizer que ainda hoje é um dia em que não me conheço completamente, e fico feliz por isso!
Deambulei, deambulei, deambulei por todos os compartimentos da minha cabeça, até mesmo os mais escondidos e não consegui encontrar resposta ao que me perguntaram.



Reflexão sobre o cartoon.

Depois de ter observado e reflectido o cartoon, reparo que existe uma oposição, visto que quando um dos indivíduos pergunta ao outro se ele é ateu, ou seja, que não acredita num ser superior, este diz que sim, mas acaba por acrescentar "Graças a Deus". Podemos ver que mesmo não acreditando em Deus ele utiliza o seu nome, e também vemos a influência que a religião tem hoje em dia, mesmo em pessoas que não são religiosas. Isto pode provar a fragilidade do homem.

Comentário face ao cartoon: "És ateu? Sou, Graças a Deus"

Na minha opinião, este cartoon demonstra-nos claramente uma contradição, porém não podemos cingir-nos simplesmente ao sentido das palavras, temos de ir para além dessa sua significância.
Pôs-to isto, este individuo poderá ter-se mesmo tornado ateu, por intermédio da demonstração de um Deus como omnipotente e sobretudo inexplicável. E esta inexplicação irá provocar no ser-humano, um duvidar daquilo que é entendido como improvável.
Segundo Nietzsche a religião trata-se de uma enfermidade, uma especie de falsificação de vida, em que a crença em um Deus encobre e suaviza a realidade.
Deste modo, o individuo ateu vale-se da suposta existência de Deus, para afirmar a sua descrença.
Concluindo, ele acredita nessa entidade transcendente para poder negá-la e abdicar do seu poder supremasivo, facto que prova a necessidade que o ser humano tem em apoiar-se em factos que ultrapassam a sua finitude, para atenuar a sua fragilidade face ao mundo que o rodeia.


Sintese da Palestra do dia 16 de abril com a presença de Nélson Matos

No passado dia 16 de abril, enquadrado na semana cultural, a pedido da professora de filosofia Diana Tavares, tivemos um convidado especial-Nélson Matos. Foi organizada uma palestra a que todas várias turmas assistiram.
Nélson é um homem cujo destino foi muito cruel, pois acabou por ficar numa cadeira de rodas para o resto da vida, como resultado de um acidente.
Apesar de a vida ter sido muito cruel com Nélson, ele não ficou de braços cruzados à espera que a vida passasse, mas decidiu lutar.
Nélson tinha 24 anos, e estava no auge da sua vida. Tinha 3 empregos, era personal trainer, modelo e ainda trabalhava com os pais. Estava preste a ter a sua casa, tudo aquilo com que sempre sonhou e trabalhou para alcançar esses objectivos. Para Nélson a sua vida completava-o, ou seja, deixava-o bastante satisfeito consigo mesmo.
Um grave acidente de trabalho, quando estava a ajudar o pai, deixou-o paralisado. Nélson não conseguia caminhar.
Para muitos, isto é algo devastador, atrevo-me a dizer que para aqueles mais dramáticos seria o fim de tudo. Pois, pensam que o facto de Nélson estar numa cadeira de rodas, o iriam impedir de fazer aquilo que mais gosta? Como por exemplo andar de moto quatro? Se pensavam que isso era algo impossível, estão muito enganados, pois Nélson com a sua grande força de vontade, consegui andar de moto quatro.
Para conseguir se manter em pé, Nélson recorreu a vários tratamentos, inclusive chegou a ir para Cuba, onde ganhou muita massa muscular. O tratamento que fez ajudou-o bastante.
A sua persistência, esperança, força de vontade e fé em si próprio cativou-nos.
A Nélson Matos, só temos a dizer um muito obrigado pelo seu testemunho, e por nos mostrar que um problema como a paralesia não é o fim do mundo e que ha coisas bem piores

P.O.D - Will You

Iremos apresentar uma música, sobre o outro lado do amor, o lado das dúvidas comum a todos.
Esta música, de uma banda de metal cristão, fala sobre a fracassada falta de compromisso nas relações amorosas dos jovens hoje em dia. É possível ver através das expressões do refrão: "Será que vais? Vais ficar comigo hoje?... Então vais? Vais amar-me amanhã?"

Letra da música:

Será que vais?

Vejo-te sentada no quarto ao lado da janela,
Ela começa a chorar (começa a chorar)
A chorar sobre algo e olhando para o nada
Com medo agora (ódio agora)
Querendo? Precisando? Assustada? Isso está a matar-me
Fingindo que nada aconteceu para viver a vida como aquele homem
Eu vou chorar (isso é fingimento agora)

Será que vais, vais amar-me amanhã?
Será que vais, vais ficar hoje comigo?

Enfraquecendo e perdendo a razão pra lutar Contra o jeito como ela se está a sentir
Ela chora (chora)
Passando pelos impulsos e apoiando-se em esperanças
E em seus sonhos agora (de alguma forma)
Tremendo? Enganada? desamparada? Isso está a matar-me
Esperando que possas mudar, mas ele sempre foi desse jeito
Se fores embora agora, eu vou afogar-me...

Será que vais, vais amar-me amanhã?
Será que vais, vais ficar comigo hoje?
Será que vais, vais estar aqui amanhã?
Será que vais, te vais lembrar do dia de ontem?

Ontem! Ontem!
Ontem! Ontem!

Desta vez, eu sinto muito
Desta vez, eu sinto muito
Desta vez, desta vez, eu sinto muito por esta vez
Desta vez, desta vez, eu sinto muito
Desta vez eu sinto muito!

Será que vais, vais amar-me amanhã?
Será que vais, vais ficar comigo hoje?
Será que vais, vais estar aqui amanhã?
Será que vais, te vais lembrar do dia de ontem?

Vais? [6x]
Será que vais?
Vais? [6x]



video

Comentário á imagem.

A ironia é uma presença forte nesta imagem, através dela, critica-se aqueles que afirmam ser ateístas. Os ateístas são aqueles que negam a existência de Deuses, porém ao afirmarem esta convicção,normalmente também apoiam a teoria do absurdo da vida. Ou seja para essas pessoas não existe um sentido da vida, ou então esse baseia-se no conhecimento, mas então o que acontece quando enfrentam o desconhecido?
Qual será o seu apoio após o seu sentido ser abalado?
Esta imagem demonstra que por vezes não é apenas preciso dar um sentido através de um Deus. Todos nós damos um sentido à vida, esse sentido reside em nós e é preciso procura-lo.
Todas as pessoas tem algo em que acreditar, não importa o quão insignificante seja aos nossos olhos, não importa se existe ou não, pois o vosso Deus pode até ser o super Homem que Nietzche um dia descreveu.
O nosso Deus, é o sentido que damos às nossas vidas.