AVENGED SEVENFOLD - THE WICKED END

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Análise aprofundada do filme "Sinais do Futuro" 14 de Dezembro de 2009


A realização deste trabalho, está no âmbito de relacionar os conceitos mais complexos da Filosofia, tais como: Determinismo; Livre Arbítrio; Nostradamus; Destino; com o desencadeamento do filme "Sinais do Futuro", que por sua vez, vai reverter-nos para uma situação do quotidiano.
Começando pelo determinismo, que é uma teoria que afirma serem todos os acontecimentos, inclusive vontades e escolhas humanas, causadas por acontecimentos anteriores, ou seja, sendo o homem destituído de liberdade total de decidir.
Na minha opinião o determinismo, é uma teoria filosófica completamente descabida. Sei que o determinismo e o livre arbítrio são proclamados como coexistentes, por vários pensadores. Embora, eu não compreenda como dois princípios opostos podem coexistir, se a existência de um anula a existência do outro. Não concordo com os princípios do determinismo, na minha opinião todos nós temos o direito de fazer as nossas próprias escolhas, não obstante àquilo que somos ou fazemos. Porém, devo salientar que logo no início da nossa vida somos confrontados com o determinismo, pois nenhum de nós usufruiu da escolha de querer fazer parte deste mundo ou não. Deste modo, o conceito de determinismo não é persuasivo, mas sim manipulador, implementando nas nossas vidas conceitos dissimulados que nos levam a agir como marionetas, sem opções, sem escolhas, tudo o que fazemos é influenciado por uma metodologia, que embora, vá contra os nosso princípios, devemos cumpri-la. Com esta minha opinião, claro está, que também não acredito no destino. Não me agrada a ideia de não poder controlar a minha própria vida, pois caso contrário, nada para mim faria sentido. Independentemente de tudo o que fizesse o meu futuro estaria estipulado. A nossa realidade tem de ser moldável e conforme, a moral dos nossos actos, sendo bons ou maus, devemos arcar com as consequências daquilo que realizamos.
O filme que visualizamos, está assente no conceito de Numerologia e sobretudo nas teorias do astrólogo e profeta Nostradamus. A numerologia é o estudo das influências e qualidades místicas dos números. Segundo a numerologia cada número ou valor numérico é dotado de uma vibração, ou essência individual e indicaria tendências de um acontecimento ou personalidade, apesar de não existir qualquer evidência científica de que os números apresentam tais propriedades. Daí a personagem Lucinda, ter escrito uma vasta sequência de números, e ouvir como que o chamar destes, na sua cabeça. Sendo a vibração dos números tão intensa na sua mente, Lucinda ao ter sido interceptada pela professora, não podendo acabar a sua sequência de algarismos, isolou-se num compartimento e escreveu os números que lhe faltava, na parede, ao ponto de fazer sangrar as suas mãos.
Ao ter sido enterrado o papel repleto de números de Lucinda, juntamente, com os restantes desenhos da sua turma, numa cápsula do tempo; após 50 anos, os alunos dessa mesma escola dessenterraram essa cápsula do tempo e num dos desenhos, um dos alunos descobre uma série de números. O pai desse mesmo aluno, toma conhecimento da existência desse papel repleto de números, de que o seu filho tomou posse; e sente a necessidade de o analizar pormenorizadamente. John acredita no livre arbítrio, tendo transparecido isso mesmo aos seus alunos, numa aula. Livre Arbítrio, é a crença filosófica que afirma que a pessoa tem o poder de escolher as sua acções. Em que os acontecimentos não são coordenados por acções antecedentes. Com a análise detalhada da sequência de números, John descobre então que esses mesmos números representam datas de acidentes naturais e catastróficos, que ocorreram nos últimos anos, inclusive datas que ainda estariam para acontecer. E é, entao neste momento, que podemos observar a aplicação das teorias do astrólogo Nostradamus. Nostradamus afirmava, que as suas profecias não se tratavam de eventos fatalmente destinados a concretizarem-se, mas sim avisos à humanidade. Também afirmava que as trágicas catástrofes por ele profetizadas podiam não suceder. Contudo, ainda avisava que se a Humanidade não alterasse o seu comportamento, os terríveis destinos previstos pelas suas visões ir-se-iam cumprir.
Pôs-to isto, o professor presenciou ou melhor, fez parte de uma catástrofe, em que a sequência de números de Lucinda, tinha inscrita a latitude exacta; deste modo John ficou convicto de que a lista estava certa.
À medida que as datas e o número de mortes se vão confirmando, a personagem principal, deixa de acreditar no livre arbitrio, que era um conceito bastante assente na sua vida; e passa a acreditar que tudo na vida está pressupôs-to, sendo isto um dos princípios do determinismo.

Resumo da aula do dia 7 de Dezembro


No passado dia 7 de Dezembro realizou-se mais uma aula de Filosofia, enquadrada no tema "Determinismo e Liberdade no acção humana".
Neste dia, como é habitual, a professora ditou o sumário e, após isto, colocou no computador um filme intitulado "Sinais do Futuro". A intenção da professora ao mostrar este filme era que os discentes preparassem um relatório em que tocassem os seguintes pontos:

- Determinismo: teoria filosófica que nega a liberdade do ser humano, o qual se sujeita ao carácter fixo e inalterável das leis. Há várias formas de determinismo e, em todas elas, o homem aparece sem vontade própria, pelo que não é o verdadeiro autor dos seus actos;
- Liberdade: noção que tanto se pode definir positivamente ou negativamente. Porém, o carácter amplo e vago destas definições exige que se precisem e clarifiquem alguns dos sentidos que vulgarmente se atribuem à palavra Liberdade;
- Livre-arbitrio;
- Se cada um dos discentes acredita no destino;
- Comparação com as profecias de Nostradamus;
- Numerologia: estudo do significado dos números e sua influência no comportamento dos indivíduos.

Relatório de Filosofia



Relatório do filme “Sinais do futuro” relacionado com a matéria em estudo na disciplina de Filosofia.



Na última aula de filosofia ocorrida no dia 7 de Dezembro de 2009, visualizamos um filme cujo conteúdo relacionava-se com a matéria que temos vindo a estudar. Após a visualização desse filme a professora Diana Tavares pediu-nos que definíssemos alguns conceitos baseando-nos no filme e outros que apareciam no filme como Livre arbítrio, determinismo, kabbalah e numerologia, passando a ser nosso objectivo responder a uma pergunta pertinente colocada pela professora: Acreditas no destino?



Antes de começar a definir os conceitos pedidos pela professora considero necessário apresentar um pequeno resumo do filme.


A história começa em 1958 numa escola onde vai ocorrer uma cerimónia, em que os alunos têm que desenhar como vais ser o seu futuro e depois os desenhos são postos numa cápsula do tempo que só será aberta decorridos 50 anos, esta ideia veio de uma aluna chamada Lucinda que preenche toda a sua folha com números. A folha de Lucinda é entregue a um rapaz cujo pai é um professor que acredita no livre arbítrio, porém após a descoberta do significado da sequência dos números escritos muda de opinião e começa a acreditar no determinismo. A sequência dos números revela a data, as mortes e o local (latitude e longitude) de catástrofes, essa sequência foi escrita antes dessas catástrofes acontecerem porém maior parte desses acontecimentos já ocorreram e alguns estão para acontecer, o professor tenta impede-los de acontecerem com a ajuda da filha de Lucinda.



Livre arbítrio: Teoria que considera que tudo acontece por coincidência ou seja nada está premeditado, somos nós que controlamos as nossas acções. No filme a personagem principal acredita nesta teoria, porém vai mudar a sua opinião depois dos acontecimentos em que se vê envolvido.



Determinismo: Teoria que contradiz a do livre arbítrio, esta teoria considera que á uma razão para todos os acontecimentos no mundo e acções humanas, e que estes são provocados por um conjunto de circunstâncias anteriores.


No filme o determinismo é nos mostrado através da folha que Lucinda escreveu, pois os números determinavam acontecimentos que ainda não tinham ocorrido.


Numerologia: Estudo da simbologia dos números, uma das áreas de estudo da kabbalah, teoria que acredita na essência dos números e na influência que exercem sobre o ser humano.


Este assunto é referido no filme, quando o amigo do personagem principal diz que aqueles números escritos na folha não têm qualquer lógica como a numerologia, a kabbalah e os números pitagóricos.


kabbalah: Interpretação alegórica do Velho Testamento entre os antigos Judeus, a kabbalah é constituída por 10 bolas numeradas de 1 a 10 que ajudam ao autoconhecimento e ao conhecimento do Universo. A cada número está associado um anjo sendo que a kabbalah representa todo o bem e na kabbalah invertida cada número representa um demónio sendo que a kabbalah invertida representa todo o mal.














Kabbalah invertida e kabbalah respectivamente.


Destino: Fixa de maneira irrevogável o curso dos acontecimentos.



Após a definição destes conceitos vou por fim responder á pergunta feita pela professora: Acreditas no destino?


Porém antes de responder vou definir o que considero que é o destino.


No meu entender Deus como ser superior, tem uma missão para cada um de nós ou seja tem expectativas do que podemos vir a ser ou seja cria o nosso destino porém considero que não nos é obrigatório concretizar esse destino, como disse são expectativas logo podemos atingi-las e até ultrapassa-las como também podemos nem sequer chegar lá perto. Eu vejo isto como sendo quase uma opção pois nós é que escolhemos e assumimos responsabilidades pelas decisões que tomamos, acho que Deus só intervém dando-nos as possibilidades e consequências dessas mesmas escolhas e não acredito que já estivesse predestinado que eu iria fazer aquela escolha mas sim que haja sempre uma razão para essas mesmas escolhas. Também acredito que essas possibilidades e ofertas de escolhas nos é dada consoante o ambiente (meio) em que nos encontramos e as escolhas dos outros que também nos afectam e que podem modificar o nosso futuro, por isso é que é tão importante reflectirmos nas nossas acções e nas nossas escolhas para que não nos afectem negativamente e para que as consequências dessas escolhas sejam boas tanto para nós como para os outros. Para finalizar vou responder á pergunta.


Sim, considero que de certa maneira acredito no destino.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Resumo da aula de Filosofia do dia 30/11



Na nossa aula passada dia 30 de Novembro, também dia de teste, serviu como aula de revisão, visto que o teste seria na 2ª parte da aula. A professora começou por apresentar-nos um documento de Word com o tema: "Liberdade e Responsabilidade Pessoal".
  • Começamos por ver o Homem e a Liberdade: - o homem é uma realidade inacabada, por isso é "artificie de si mesmo". Isto significa que o homem tem a liberdade ou possibilidade de escolher vários caminhos. É através desta possibilidade de escolha que o homem se vai formando como tal.

Depois lemos um pequeno texto sobre o homem e o animal e isso levou a que a professora referi-se a neótenia.

  • De seguida falamos na Acção Humana - Liberdade: - o homem não está nem pré-programado nem pré-determinado a nível social, pessoal e histórico. O homem é livre de escolher o seu próprio caminho. A grandeza do homem não está naquilo que lhe é dado pela Natureza, mas, naquilo a que ele pode chegar pela sua LIBERDADE.

  • E ainda vimos a Liberdade e a Sociedade: - a vivência humana não se restringe apenas ao estar no Mundo, o homem está no Mundo mas com os outros e convive com um ser semelhante. De tal modo que o homem enquanto social prossupõe:
  1. Liberdade - o homem é livre para escolher as suas acções. Implica não apenas sabermos o bem do mal, o justo do injusto.
  2. Responsabilidade - o ser humano é responsável pelas consequências das suas decisões.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Resumo da aula de Filosofia, do dia 24 de Novembro

A aula passada de Filosofia, que teve lugar no dia 24 de Novembro, enquadrada no capitulo «A ACÇÃO HUMANA», e no subtema «Complexidade Humana do Agir», começou com as aprsentações dos trabalhos de grupo, realizados nas duas aulas anteriores, sobre esse mesmo tema, ou seja na análise da Rede Conceptual da Acção do Acto Voluntário. O acto voluntário, que é uma acção realizada pelo Homem, pensada e realzada de boa vontade, tem 4 grandes e importantes etapas-CONCEPÇÃO,DELIBERAÇÃO, DECISÃO E EXECUÇÃO. CONCEPÇÃO consiste em pensar numa acção que queremos realizar e pensar no que ele tem de fazer para conseguir realizar esta mesma acção; consiste em traçar metas e objectivos para o que n´s queremos realizar. DELIBERAÇÃO consiste em analisar os Prós e os Contras das várias opções de escolha que temos, perante a acção que nós queremos realizar. Também consiste em analisar e ponderar sobre as consequências dessas mesmas opções. Neste caso, somos guiados pelos valores. DECISÃO consiste em escolher uma das opções que nos parece mais correcta, ou a que valorizamos mais, dependendo de pessoa para pessoa. Por último, a EXECUÇÃO é por em prática a decisão que tomamos. Os vários temas que foram abordados na aula foram, o DIVÓRCIO, a ANOREXIA, o ABORTO, e uma situação mais simples. No final da aula, estivemos a fazer algumas revisões para o teste, pois será na aula seguinte.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Resumo da aula


No passado dia 23 de Novembro de 2009, a nossa professora de filosofia decidiu começar a aula com algumas revisões, visto que se aproxima a data do teste. Uma das questões da professora foi: qual a importância da acção humana na nossa vida. A acção humana faz com que nós humanos consigamos perceber o que nos distingue dos animais e estabelecer as nossas linhas orientadoras de vida. Também aprendemos que só somos completamente livres quando praticamos actos humanos ou voluntários.
Após as revisões, a professora pediu um voluntário para ler um resumo da matéria a ser tratada na unidade: Dimensões da acção humana e dos valores. Com a leitura deste resumo (feito pela professora), a professora tinha como um dos objectivos que nós retêssemos informação, para melhorarmos a nossa escrita. Neste resumo que se baseava na dimensão ético-política/Análise e compreensão da experiência convivencional, retiramos algumas noções importantes, tais como, o facto da filosofia promover condições que viabilizem uma autonomia de pensar, ou seja, promover a capacidade de cada pessoa para que esta seja capaz de dizer a sua palavra, ouvir a palavra do outro e dialogar com ela, visando construir uma palavra comum e integradora. Tomamos conhecimento de que o homem é um ser moral, o que não significa que tenha nascido assim, pois o homem é uma construção continuada.
O homem enquanto sujeito imprescindível para consigo mesmo, com o outro e com as instituições (ao dizer instituições refiro-me ás escolas, família, hospitais, amigos, estruturas organizadas como a monarquia hereditária, propriedade privada, etc).
Nós, seres humanos se não vivêssemos em convivência, isto é, em sociedade, nós éramos seres menores, vivamos em minoria. O outro é como o elemento edificador (porque diz aquilo que está certo ou errado, critica-nos, diz-nos aquilo que nós somos. Obriga-nos a reflectir sobre aquilo que nós somos, a analisar-nos e a corrigir os nossos erros).
Viver em sociedade é integrar-se em instituições que protegem o indivíduo, promovem a sua formação e estabelecem uma ordem e um equilíbrio sem os quais a existência e o bem-estar individuais seriam deveras comprometidos.
Resumindo, os termos Ética e Moral, encontram-se desde sempre relacionados com a vivência em comunidade, estes não faziam sentido se o homem não fosse um ser com determinadas capacidades, orientando para a procura de uma "vida boa"; um sujeito comunitário e institucional, capaz de promover uma sociedade equitativa e justa.
Para concluir a aula, a professora deu o resto de tempo que nos restava para concluir o trabalho de grupo começado na aula anterior sobre a análise de um acto voluntário. Daniela Formigal

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Resumo da aula de Filosofia dia 16 de Novembro 2009



No dia 16 de Novembro de 2009 os alunos do 10ºB, depois de corrigirem os seus trabalhos de casa sobre actos do Homem e acções Humanas, tiveram uma pequena formação, dada pela professora de Filosofia, onde analisaram algumas técnicas de estudo, como por exemplo:

• ter o dossier com tudo o que é realizado na aula e para a disciplina,
• ter um dicionário para melhor compreender o texto,
• recorrer às enciclopédias aprofundando assim os nossos conhecimentos,

Também foi explicado o significado de alguns verbos utilizados nas questões efectuadas nos diversos exercícios, pois a não compreensão destes termos, leva por vezes a respostas erradas. Foram dados como exemplos os verbos:

• caracterizar que significa destacar os elementos principais,
• criticar que significa dar a opinião pessoal,
• demonstrar que significa apresentar provas,
• explicar que tem como significado desenvolver, tomar compreensível entre outros.

De seguida foi explicado aos alunos a melhor forma de analisar um texto, não na diagonal mas sim lendo palavra a palavra e procurando no dicionário o significado as palavras desconhecidas.Seleccionar as palavras-chave e as expressões tendo em conta as ideias principais, identificar o sujeito, o verbo, e os complementos nas passagens mais difíceis, escrever por palavras nossas as ideias mais importantes, fazer um esquema e/ou resumo dessas coisas.
Por fim, aprenderam métodos para educar a memoria:

• Ler mentalmente e compreender o assunto
• Reler em voz alta
• Concentrar a atenção em aspectos específicos (nomes, datas, ambientes, etc)
• Notar semelhanças, diferenças, relações;
• Repetir varias vezes em alta ou escrever os pontos principais
• Fazer fichas com esquemas que incluam, de um lado as sequências das noções principais e do outro, detalhes referentes a cada uma delas;
• Nunca esquecer de repousar pois uma mente cansada aprende pouco e retém com dificuldade.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Resumo da aula de Filosofia – 10 de Novembro de 2009

Na passada terça-feira, 10 de Novembro de 2009,iniciámos a nossa aula com a correcção dos exercícios de trabalhos de casa marcados pela professora na aula anterior que teve data no dia 11 de Novembro de 2009. Exercícios esses que consistiam na matéria abordada nessa mesma aula.
Em seguida passámos para a criação de um Blog de turma. Neste Blog irão ficar registados todos os documentos, comentários e alguns desabafos do foro emocional e sentimental que muitos alunos queiram partilhar.
Visualizámos alguns exemplos de Blogs de outras turmas e analisámos vários tipos de textos e reflexões que neste mesmo poderão ser publicados.
Também assistimos a uma pequena demonstração dada pela professora para nos explicar resumidamente como manejar com o Blog.
Quando estávamos a analisar um dos Blogs de uma outra turma de uma outra escola, a professora pediu a um dos alunos para fazer a leitura de um texto publicado por uma aluna de seu titulo ‘Como eu vejo o mundo’! Neste texto a aluna fazia referência aos problemas mundiais em que hoje, no nosso dia a dia nos deparamos e com poucas palavras, mas escritas com sentimento e alguma dor, nos fez pensar nos nossos actos e no nosso mundo em redor.
Para finalizar a aula procedemos à leitura de um texto de apoio introdutório à matéria ‘Actos do homem e actos humanos’.
Ficámos a saber:
ACTOS do HOMEM são actos comuns aos restantes animais, resultam da natureza corpórea e animal do homem. Como por exemplo: passar as mãos pelo cabelo, tossir, comer, espreguiçar, etc.
ACTOS HUMANOS são os actos voluntários feitos com consciência. Como por exemplo: consulta no médico, comprar uma casa, pertencer à associação de estudantes da escola, publicar um livro, etc.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Resumo da aula do dia 9/11/09

- Falamos da especificidade humana do agir .
os actos voluntários são actos em que nós temos a consciência de que os estamos a realizar , é aquilo que nós fazemos , como por exemplo ler um livro , estudar , ouvir música ...
os actos involuntários são os actos em que nós fazemos sem dar conta, é aquilo que nos acontece, como por exemplo respirar , espirrar ..
O termo acção é utilizada na lingua portuguesa em vários sentidos, mas na filosofia, esses sentidos correntes do termo acção não interessam, mas sim ao termo acção entende-se por acção humana ou agir humano.


- Do biológico ao racional.
Quando referida ao ser humano, a acção reverte-se de caracteres especiais, de acordo com o distanciamento do homem em relação às outras espécies e com a perspectiva em que se coloca perante o mundo, isto visto em 3 perspectivas: a fonte de subsistência ou seja a satisfação das nossas necessidades básicas, a convivência com os semelhantes, viver em alteridade , viver com os outros e um projecto de vida, que é o que fazemos para dar sentido á nossa existência.
Por conseguinte, temos 3 aspectos essenciais da espécie humana que são: ser biológico e social, todos temos uma carga genética, ser social ou seja estabelecer relações com outras pessoas e o projecto de vida que leva ao uso das nossas capacidades racionais, nós só de projectar um projecto já estamos a usar as capacidades racionais que é o que nos faz distinguir das outras espécies, como os animais que nunca passam dos seus instintos.

Uma forma de diferenciar o que fazemos daquilo que nos acontece é atravês da distinção gramatical entre a voz passiva e a voz activa, ou seja o que fazemos é a voz activa pois o sujeito é aquele que pratica a acção e o que nos acontece está na voz passiva pois o sujeito é aquele que sofre a acção. No entanto somos actores do que fazemos e somos receptores daquilo que nos acontece.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A acção Humana

Objectivos para o segundo teste de Filosofia:
- Diferenciar os modos de estar no Mundo próprios do homem e do animal;
- Mostrar a diferença entre o que fazemos e o que nos acontece;
- Estabelecer a distinção entre o que fazemos voluntária e involuntáriamente;
- Estabelecer a diferenciação entre actos do homem e actos humanos.