segunda-feira, 3 de maio de 2010

Reflexão sobre o cartoon.

Depois de ter observado e reflectido o cartoon, reparo que existe uma oposição, visto que quando um dos indivíduos pergunta ao outro se ele é ateu, ou seja, que não acredita num ser superior, este diz que sim, mas acaba por acrescentar "Graças a Deus". Podemos ver que mesmo não acreditando em Deus ele utiliza o seu nome, e também vemos a influência que a religião tem hoje em dia, mesmo em pessoas que não são religiosas. Isto pode provar a fragilidade do homem.

Comentário face ao cartoon: "És ateu? Sou, Graças a Deus"

Na minha opinião, este cartoon demonstra-nos claramente uma contradição, porém não podemos cingir-nos simplesmente ao sentido das palavras, temos de ir para além dessa sua significância.
Pôs-to isto, este individuo poderá ter-se mesmo tornado ateu, por intermédio da demonstração de um Deus como omnipotente e sobretudo inexplicável. E esta inexplicação irá provocar no ser-humano, um duvidar daquilo que é entendido como improvável.
Segundo Nietzsche a religião trata-se de uma enfermidade, uma especie de falsificação de vida, em que a crença em um Deus encobre e suaviza a realidade.
Deste modo, o individuo ateu vale-se da suposta existência de Deus, para afirmar a sua descrença.
Concluindo, ele acredita nessa entidade transcendente para poder negá-la e abdicar do seu poder supremasivo, facto que prova a necessidade que o ser humano tem em apoiar-se em factos que ultrapassam a sua finitude, para atenuar a sua fragilidade face ao mundo que o rodeia.


Sintese da Palestra do dia 16 de abril com a presença de Nélson Matos

No passado dia 16 de abril, enquadrado na semana cultural, a pedido da professora de filosofia Diana Tavares, tivemos um convidado especial-Nélson Matos. Foi organizada uma palestra a que todas várias turmas assistiram.
Nélson é um homem cujo destino foi muito cruel, pois acabou por ficar numa cadeira de rodas para o resto da vida, como resultado de um acidente.
Apesar de a vida ter sido muito cruel com Nélson, ele não ficou de braços cruzados à espera que a vida passasse, mas decidiu lutar.
Nélson tinha 24 anos, e estava no auge da sua vida. Tinha 3 empregos, era personal trainer, modelo e ainda trabalhava com os pais. Estava preste a ter a sua casa, tudo aquilo com que sempre sonhou e trabalhou para alcançar esses objectivos. Para Nélson a sua vida completava-o, ou seja, deixava-o bastante satisfeito consigo mesmo.
Um grave acidente de trabalho, quando estava a ajudar o pai, deixou-o paralisado. Nélson não conseguia caminhar.
Para muitos, isto é algo devastador, atrevo-me a dizer que para aqueles mais dramáticos seria o fim de tudo. Pois, pensam que o facto de Nélson estar numa cadeira de rodas, o iriam impedir de fazer aquilo que mais gosta? Como por exemplo andar de moto quatro? Se pensavam que isso era algo impossível, estão muito enganados, pois Nélson com a sua grande força de vontade, consegui andar de moto quatro.
Para conseguir se manter em pé, Nélson recorreu a vários tratamentos, inclusive chegou a ir para Cuba, onde ganhou muita massa muscular. O tratamento que fez ajudou-o bastante.
A sua persistência, esperança, força de vontade e fé em si próprio cativou-nos.
A Nélson Matos, só temos a dizer um muito obrigado pelo seu testemunho, e por nos mostrar que um problema como a paralesia não é o fim do mundo e que ha coisas bem piores

P.O.D - Will You

Iremos apresentar uma música, sobre o outro lado do amor, o lado das dúvidas comum a todos.
Esta música, de uma banda de metal cristão, fala sobre a fracassada falta de compromisso nas relações amorosas dos jovens hoje em dia. É possível ver através das expressões do refrão: "Será que vais? Vais ficar comigo hoje?... Então vais? Vais amar-me amanhã?"

Letra da música:

Será que vais?

Vejo-te sentada no quarto ao lado da janela,
Ela começa a chorar (começa a chorar)
A chorar sobre algo e olhando para o nada
Com medo agora (ódio agora)
Querendo? Precisando? Assustada? Isso está a matar-me
Fingindo que nada aconteceu para viver a vida como aquele homem
Eu vou chorar (isso é fingimento agora)

Será que vais, vais amar-me amanhã?
Será que vais, vais ficar hoje comigo?

Enfraquecendo e perdendo a razão pra lutar Contra o jeito como ela se está a sentir
Ela chora (chora)
Passando pelos impulsos e apoiando-se em esperanças
E em seus sonhos agora (de alguma forma)
Tremendo? Enganada? desamparada? Isso está a matar-me
Esperando que possas mudar, mas ele sempre foi desse jeito
Se fores embora agora, eu vou afogar-me...

Será que vais, vais amar-me amanhã?
Será que vais, vais ficar comigo hoje?
Será que vais, vais estar aqui amanhã?
Será que vais, te vais lembrar do dia de ontem?

Ontem! Ontem!
Ontem! Ontem!

Desta vez, eu sinto muito
Desta vez, eu sinto muito
Desta vez, desta vez, eu sinto muito por esta vez
Desta vez, desta vez, eu sinto muito
Desta vez eu sinto muito!

Será que vais, vais amar-me amanhã?
Será que vais, vais ficar comigo hoje?
Será que vais, vais estar aqui amanhã?
Será que vais, te vais lembrar do dia de ontem?

Vais? [6x]
Será que vais?
Vais? [6x]



Comentário á imagem.

A ironia é uma presença forte nesta imagem, através dela, critica-se aqueles que afirmam ser ateístas. Os ateístas são aqueles que negam a existência de Deuses, porém ao afirmarem esta convicção,normalmente também apoiam a teoria do absurdo da vida. Ou seja para essas pessoas não existe um sentido da vida, ou então esse baseia-se no conhecimento, mas então o que acontece quando enfrentam o desconhecido?
Qual será o seu apoio após o seu sentido ser abalado?
Esta imagem demonstra que por vezes não é apenas preciso dar um sentido através de um Deus. Todos nós damos um sentido à vida, esse sentido reside em nós e é preciso procura-lo.
Todas as pessoas tem algo em que acreditar, não importa o quão insignificante seja aos nossos olhos, não importa se existe ou não, pois o vosso Deus pode até ser o super Homem que Nietzche um dia descreveu.
O nosso Deus, é o sentido que damos às nossas vidas.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

correção da ficha de trabalho realizada na aula

1.Sentido da vida
2.Posso dividir o texto em 3 partes, na primeira o autor fala sobre o sentido da vida, na segunda ele identifica alguns desses sentidose como alguns desses sentidos estão errados, na terceira o autor conclui que o sentido da vida reside em nós e temos que procura-lo no nosso intímo todos os dias.
3.Sim, concordo com o título. Á procura de respostas seria a minha sugestão.
4.A tese central do texto é a de que o sentido da vida reside em nós e que é necessário procura-lo dentro de nós.
5.Os Argumentos usados pelo autor são o de a consciência da nossa finitude e a consciência do subjectivo e do falível.
6.As objecções que o autor imagina á sua tese são a ciência e o conhecimento exterior.
7.O autor responde que uma pessoa que defende o absurdo da vida, quando é confrontada com o desconhecido e com o subjectivo (como a morte), apercebe-se que a ciência não consegue explicar tudo e então começa a fazer questões filosoficas que o levarão a procurar o sentido da vida.

quarta-feira, 28 de abril de 2010



"e tu não podes lutar contra as lágrimas que não virão".