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terça-feira, 8 de junho de 2010

Violência Doméstica

No âmbito da disciplina de Filosofia foi-nos proposto a realização de um trabalho sobre um dos muitos problemas do mundo contemporâneo:



A vergonha e o medo, são os factores que mais contribuem para a continuidade deste tipo de violência. Podemos ver que há um ciclo na violência. O ciclo desenrola-se sempre segundo fases que depois se repetem: acumulação, o individuo acumula tensões que tanto podem apresentar sintomas de discussão e disputa. A explosão é a fase em que os maus tratos começam, a intensidade da violência aumenta com o passar do tempo e por último, a acalmia é um período de repouso em que o homem manifesta desejo de se reconciliar, mostrando-se arrependido do que fez, procurando presentear a sua vítima, dar-lhe carinho e fazer promessas.

Trabalho realizado por:
- Sofia Leite nº20
- Rui Pinto nº17

segunda-feira, 1 de março de 2010

Relatório da aula de Filosofia do dia 23 de Fevereiro


Na passada terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010, iniciamos a nossa aula com a entrega e correcção das fichas de avaliação.
De seguida, passamos à ética de Kant onde pudemos constatar que a razão humana desempenha um papel fundamental na filosofia de Kant, deste modo podendo dizer que operou uma verdadeira revolução ao propor uma ética autónoma, deontológica e formal.
A autonomia da razão ou autonomia moral, consiste em o homem ter força suficiente para seguir as orientações da razão.
Agora sabemos que heteronomia são normas definidas independentemente do sujeito, são-lhe exteriores e é autónomo aquele que dá a lei a si mesmo, tornando-se, por isso, a única autoridade que deve respeitar.
Também tomamos conhecimento que o respeito pelo dever é uma noção central na ética Kantiana. Kant distingue no homem três espécies de acção:

ACÇÃO CONTRA O DEVER- é o que acontece quando um comerciante explora os clientes, cobrando preços abusivos. Como é óbvio, esta acção é destituída de valor moral.
ACÇÃO CONFORME AO DEVER- é o caso do comerciante que não vende caro os seus produtos para manter os clientes habituais e, eventualmente, atrair outros novos. Esta acção também não tem valor moral porque ela não passa de um meio de o comerciante alcançar um fim exterior à acção: assegurar vendas e angariar futuros clientes.
ACÇÃO POR DEVER- é o exemplo do comerciante que não vende caro porque sabe que é esse o seu dever. Acções como esta são, segundo Kant, as verdadeiras acções morais, pois o valor reside na própria acção. Sendo praticadas por respeito ao dever, elas são um fim em si mesmas e não um meio de obter uma recompensa. São executadas de acordo com o que este pensador designa por boa vontade do agente moral.
Isto significa que Kant, defensor de uma ética deontológica, considera que o homem só age bem se agir por dever, é agir por respeito à lei moral e não por submissão às consequências ou ao fim a atingir.
Analisamos uma pequena parte do caso paradigmático de Sócrates no qual ficamos a saber que ele foi uma das personagens mais carismáticas da Filosofia e também o protagonista de muitos diálogos de Platão.
Para finalizar a aula, demos inicio à leitura do diálogo entre Críton e Sócrates.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A minha viagem à China

Cheguei à China hoje na companhia das minhas três amigas: a Mónica, a Marta e a Rita. O aeroporto é de uma dimensão inimaginável e as diferenças começaram a verificar-se a partir do momento em que saímos do avião. É tudo muito desenvolvido. É o verdadeiro mundo da tecnologia.
Depois de uma longa viagem, enfiamo-nos num autocarro com destino ao hotel de alojamento, onde descarregamos as malas e, depois, partimos à aventura. Tivemos a sorte de travar amizade com um rapaz, o Xī mēng (Simão em português) que é um dos guias turísticos da zona e ofereceu-se gentilmente para nos dar a conhecer a cidade. Comunicávamos em Inglês mas havia expressões difíceis de entender da parte dele devido ao sotaque chinês.
Ele começou por nos informar que a cultura chinesa é o berço de uma das civilizações mais antigas e complexas, cobrindo uma história de mais de 5 mil anos. A China cobre uma vasta região geográfica com hábitos, costumes e tradições que variam bastante entre províncias, cidades e povoados chineses. Disse ainda que existem muitos grupos étnicos na China, sendo esta quase uma cidade global.
Foi à mesa de um café tradicional chinês e ao sabor de um chá verde, que Xī mēng nos contou que a vaca é considerada um animal sagrado pelos chineses. Se alguém envenenar uma vaca na China, que o faça sem ninguém saber porque caso isso seja descoberto, o autor do envenenamento é condenado à cadeira eléctrica. Acrescentou ainda que as cobras correm risco de extinção e o motivo disso é que a carne do bicho em questão é tida como afrodisíaco e, às vezes, chega a faltar no comércio. Por ano, são consumidas 10 mil toneladas de cobra na China. Por terem enfrentado muitos anos de fome, os chineses habituaram-se a comer de tudo e isso ainda hoje se mantém. Xī mēng contou-nos um pormenor da cultura chinesa que nos deixou um pouco chocadas: os homens que morrem solteiros comprometem a próxima vida, por isso, os familiares tentam casá-los depois de mortos, enterrando ao lado do defunto uma mulher que acaba de falecer. Quanto mais precoce for a morte, melhor.
Relativamente à religião, ficamos a saber que uma grande parte da cultura chinesa é baseada na noção de que o mundo espiritual existe. Vários métodos divinos têm ajudado a responder a perguntas e até servido como alternativa à medicina. Os folclores e a mitologia também têm contribuído para preencher o espaço de coisas que não podem ser explicadas. Rivalizando com a crença no sagrado, há também o mal. Práticas como o exorcismo taoísta são um dos conceitos passados por gerações.
Todos os sítios encontravam-se enfeitados com jarras e Xī mēng disse-nos que os jarros de porcelana foram uma das primeiras formas de arte chinesa, tendo-nos oferecido um.
No final do dia, Xī mēng convidou-nos para jantar em sua casa e conhecermos a sua família. São pessoas muito educadas, rígidas e acolhedoras. Prepararam-nos um grande banquete e pudemos constatar que faz parte de um costume chinês dispensar o convidado de ter o trabalho de cortar a sua própria comida. Jantamos, pela primeira vez, com os tão conhecidos pauzinhos, abdicando dos talheres visto que a cultura chinesa considera o uso de facas e garfos à mesa como uma coisa bárbara, pois esses são vistos como armas.
O primeiro dia foi assim. Apesar de muito cansativo, ficamos a conhecer uma cultura totalmente diferente da que estamos habituadas e gostamos bastante da experiência, esperando nós continuar a descobrir coisas novas durante o resto da estadia.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Trabalho sobre o meu valor primordial: Amizade

Poema de Albert Einstein:
'Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.
Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.'

Tradução da música
Extreme – more than words

Mais do que palavras

Dizer amo-te..
Não são as palavras que quero ouvir de ti
Não é que eu não queira que digas, mas se ao menos tu soubesses
Como poderia ser fácil mostrar-me o que tu sentes
Mais do que palavras é tudo o que tu tens de fazer para tornar isso real
Assim não precisarias dizer-me que me amas porque eu já saberia

O que o farias se o meu coração fosse partido em dois?
Mais do que palavras para te mostrar o que tu sentes
Que o teu amor por mim é real
O que tu dirias se eu não desse importância a essas palavras
Depois tu não poderias fazer coisas novas
Só dizendo 'amo-te'

Mais do que palavras.

Eu ando a tentar conversar contigo e fazer-te entender
Tudo o que tens de fazer é fechar os olhos
E estender as tuas mãos para me tocar
Abraça-me e não me deixes partir
Mais do que palavras é tudo o que sempre precisei
Depois não precisas dizer que me amas
Porque eu já saberia

O que o farias se o meu coração fosse partido em dois?
Mais do que palavras para te mostrar o que tu sentes
Que o teu amor por mim é real
O que tu dirias se eu não desse importância a essas palavras
Depois tu não poderias fazer coisas novas
Só dizendo 'amo-te'

Mais do que palavras.
(x4)